• Marcelo Freixo nunca defendeu qualquer ato criminoso. Muito pelo contrário. Enquanto muitos bandidos e foras-da-lei defendem torturas e execuções, que não estão previstas na Constituição, Freixo defende que a Legislação Brasileira seja cumprida. As leis existem para impedir que a barbárie destrua a civilização.

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    Com muitos outros, o tweet atribuído a Freixo, que você vê ao lado, é falso. Seu autor aproveitou-se da morte de um assaltante em frente a uma escola em Suzano, em São Paulo, em 12 de maio de 2018, para espalhar mentira. Freixo jamais se solidarizou com o assaltante nem pediu a punição da policial que fez o disparo. Defensores da violência criam notícias falsas, difamatórias e criminosas na luta política. São covardes que ameaçam nossa democracia e merecem repúdio.

  • Outra mentira covarde. Freixo defende modernizar a Polícia Militar, que no Brasil é um uma força auxiliar do Exército e organizada à sua semelhança. A desmilitarização nada tem a ver com desarmar a polícia. Ela daria mais direitos a policiais, treinamento digno e melhores condições de trabalho. Reduziria a desigualdade entre oficiais e praças, como nos países mais avançados do mundo.    Muitos policiais defendem a desmilitarização da PM. Um dos mais conhecidos é o ex-secretário de Segurança José Mariano Beltrame. Existe um projeto de desmilitarização no Congresso (PEC 51/2013).   No vídeo abaixo, o coronel Íbis Silva Pereira, ex-chefe de gabinete do Comando Geral da PM, fala sobre a necessidade de mudanças na corporação:

  • Não. Os seguranças de Freixo são cedidos pelo Estado devido às ameaças de morte que recebe por ter presidido a CPI das Milícias, em 2008. A CPI resultou no indiciamento de mais de 200 pessoas e na prisão dos chefes dos grupos milicianos. A contribuição do deputado para o combate ao crime no Rio de Janeiro é imensa, e sua vida deve ser protegida para evitar que as ameaças dos bandidos se concretizem.

     

  • Esta é outra mentira, mas, por questões óbvias, não se pode divulgar informações sobre o esquema de segurança de uma pessoa ameaçada de morte, como desejam os criminosos. Os profissionais de Segurança Pública trabalham em revezamento, e a divulgação de informações sobre o esquema de proteção põe vidas em risco.   Veja a explicação do ex-comandante da Polícia Militar coronel Ibis Pereira sobre o caso:

  • O Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH) não é ligada a Freixo nem ficou com o dinheiro arrecadado para dar uma casa à família do pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido após entrar na UPP da Rocinha, em 14 de julho de 2013.   A campanha "Somos Todos Amarildo", organizada por artistas, juristas e pesquisadores de Segurança Pública, arrecadou R$ 359.341,77 através de leilão realizado pela produtora Paula Lavigne e show de Caetano Veloso e Marisa Monte no Circo Voador. Deste total, R$ 186.213,48 foram doados à família.   O restante foi para entidades que defendem os Direitos Humanos: Grupo Tortura Nunca Mais, Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência, Associação de Mídia Comunitária da Rocinha (TV Tagarela), Projeto Via Sacra e Associação Cristã de Ação e Desenvolvimento do Rio de Janeiro.

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    É outra mentira deslavada. Freixo considera legítimas as manifestações populares, comuns em qualquer democracia, mas jamais compactuou com ato violento ou que pusesse em risco a integridade das pessoas.

     

    Ele lamentou a morte do cinegrafista Santiago Andrade nas manifestações de 2014. Freixo tinha relação afetuosa com ele, e foi com muito carinho e honra que recebeu apoio da família de Andrade diante das mentiras e ofensas. Veja o depoimento de Arlita e João, viúva e enteado de Santiago:

  • Cuidado com o que você vê na internet. A conta @MarceloFrexo é falsa. O correto é @MarceloFreixo, com a letra "i"!

     

    Para diferenciar basta checar o selo azul ao lado!

     

    A imagem à esquerda é uma montagem caluniosa. Nem Freixo nem sua equipe escreveram isso. Espalhar mentiras e difamações é crime e faz parte da velha política, que nós somos contra. Queremos transparência, ética e participação.

  • Essa mentira é coisa de maluco. Freixo nunca foi à Venezuela apoiar  Maduro nem se posiciona sobre os problemas internos da Venezuela. A verdade é que, em 2013, quando Maduro era só um candidato a presidente, o PSOL escreveu um texto defendendo seu direito a ser candidato. O partido entendia que era a melhor opção eleitoral naquele momento. Freixo não participou da elaboração do texto.    Diante da crise econômica e política da Venezuela, não há consenso no PSOL quanto ao governo daquele país. A maioria das forças internas do partido, aliás, tem críticas a Maduro. Freixo não acompanha o debate nem participou da elaboração de textos e posicionamentos.

     

  • Esta é uma afirmação de má fé, aplaudida por criminosos. Freixo recebeu ameaças de morte por ter presidido a CPI das Milícias em 2008, que resultou no indiciamento de mais de 200 pessoas e na prisão dos chefes dos grupos milicianos, incluindo deputados e vereadores. É óbvio que ele pode ser alvo de bandidos fora do expediente, como ocorreu com Marielle Franco na noite de 14 de março de 2018. 

     

    Por isso, o uso de carro blindado é essencial todos os dias, inclusive aos fins de semana. A maior parte das ameaças de criminosos feitas a Freixo foi identificada pelo setor de inteligência da Polícia Civil. Em uma delas, milicianos oferecem R$ 400 mil por seu assassinato. Após a execução de Marielle, as preocupações se tornaram mais urgentes.

  • O Afroreggae presta assistência a ex-detentos para que tenham oportunidades de trabalho e integrem-se à sociedade. Este trabalho também é feito por muitos grupos religiosos e humanistas.    Freixo participou com José Júnior, presidente do Afroreggae, de um evento para comemorar o primeiro emprego de ex-traficantes, que já haviam cumprido suas penas. Pela primeira vez, eles tiveram suas carteiras de trabalho assinadas. A foto com os beneficiados foi tirada na solenidade.    A imagem, que simboliza o momento tão especial de recomeço para essas pessoas, foi retirada de contexto e publicada nas redes sociais de maneira sórdida por pessoas que se alimentam da violência.   Para construir um país com paz, empregos, educação e cultura, é preciso dar dignidade às pessoas, inclusive quem já pagou suas dívidas com a sociedade e precisa de apoio para reconstruir a vida. 

  • Marcelo Freixo não recebe auxílio-moradia morando em um imóvel funcional em Brasília. O deputado recebeu o auxílio em fevereiro e março de 2019, quando não estava no apartamento. Em abril,  passou a ocupar um imóvel funcional e, desde então, não recebe mais a verba.   A mentira foi divulgada pelo MBL. Quando a fake news foi desmascarada, e o grupo teve de voltar atrás e publicar uma nota com pedido de desculpa.

  • A covardia e a mentira não têm limites. Circula por aí que supostos primo e sobrinho de Marcelo Freixo foram presos. Ambas as informações são falsas.

     

    Sobre o suposto sobrinho – cuja foto que circula é de um jovem dentro de uma viatura policial - trata-se de um boato. Freixo não conhece o jovem nem sabe se existe algum parentesco.

     

    Em relação ao suposto primo, chamado Gustavo Freixo, seus próprios advogados já afirmaram que Gustavo não possui qualquer vínculo, seja qual for a natureza (econômica, familiar, pessoal, política, profissional etc), com o Marcelo Freixo. Portanto, a tentativa de vinculação, especialmente em grau de parentesco, é falsa e mentirosa, merecendo todo o tipo de censura.”

     

  • Mais uma mentira boba para enganar eleitores. Não queremos escola com visão partidária, como tentar fazer o bolsonarismo o usar a censura e proibir o debate no ambiente escolar em nome dessa grande mentira. Queremos escolas democráticas, com pluralidade de ideias.   A convivência de pontos de vista diferentes é pedagógica e fundamental para formar bons cidadãos. A educação vive uma grande crise, e a direita mais retrógrada quer piorar a situação, tirando a humanidade das escolas. Freixo não quer escola com partido, mas com ideias, opiniões e visões de mundo plurais, abertas ao debate. 

     

    É assim nas escolas particulares, que pessoas com mais condições financeiras podem pagar para seus filhos. Por que a escola pública, onde estudam os mais pobres, deve censurar e formar cidadãos sem capacidade de criticar e entender os problemas do mundo? Isso só aprofunda as diferenças, prejudica os filhos das famílias mais humildes. 

  • Marcelo Freixo nunca apoiou este ato nem qualquer outro em desrespeito ao povo de Israel. Ele repudiou a queima da bandeira e teve inclusive o apoio da comunidade judaica em sua candidatura a prefeito em 2012.   Não é a primeira vez que surge esse boato. Uma revista, de forma irresponsável, circulou um vídeo com uma compilação de imagens em dois momentos diferentes, tentando envolver o deputado.    Na campanha de 2012, o vídeo veio à tona, e Freixo fez questão de discordar publicamente da atitude do vereador que queimou a bandeira, reafirmando que não participara dos atos. Fez isso diversas vezes, uma delas diante de centenas de judeus que foram às ruas apoiá-lo.

  • De tão absurda, essa informação nem mereceria resposta, mas vamos abordá-la em respeito às pessoas que acreditam em grupos com tamanha capacidade de inventar fake news. 

     

    Não é verdade que queremos definir a sexualidade das crianças nas escolas. Não queremos uma educação que doutrine ninguém. É exatamente o contrário, pois defendemos uma escola que respeite a liberdade individual de cada um, sem discriminação, preconceito ou violência. 

     

    A escola deve ensinar o respeito à diferentes ideias, pensamentos, orientações e identidades. Isso não é forçar ninguém a ser nada. Isso é respeito à liberdade e aos princípios da civilização. É o que ensinam nas melhores escolas particulares. Por que a escola pública deve tratar os filhos das famílias mais pobres com intolerância e truculência? 

    Não acredite em tudo o que você lê na internet. Chega da velha política que espalha boatos caluniosos e informações distorcidas. Compartilhe a verdade com os amigos, conhecidos e familiares!